14.4.13

Eftling

De surpresa, para celebrar o aniversario da nossa Miminha, fomos ao Efling. Estava frio (entre 3 e 6 graus nesse dia) mas por esse mesmo motivo nao havia filas nem esperas e a entrada em cada uma das diversoes era directa.

Comecamos pelo barco, que pode ser bem assustador porque parece mesmo que vamos cair. Estavamos bem na ponta...




Depois fomos ao Flying Dutchman - uma montanha russa que comeca num castelo assombrado, onde se sobe bastante e depois, SPLASH, vai-se parar a agua.


A seguir, um dos que os meninos mais gostaram que deu novamente direito a banho, a Piraña.



Vimos o castelo fastasma.



 E todas as casinhas das historias de encantar.



A casa da Capuchinho vermelho
 As 7 cabras e o lobo.

A Rapunzel.


O Dragao que guarda o tesouro


E umas quantas mais atraccoes.


Um dia bem passado!

Patricia

1.4.13

Primavera

Tímida, mas espero que finalmente, a chegar. Hoje, primeiro de Abril e após este Inverno que não tem tido fim, o céu esteve azul e o sol aqueceu (6 graus)!


Que bem que souberam estes 4 dias.

Patrícia

31.3.13

Bélgica

Fim de semana prolongado de Páscoa e fizémo-nos a caminho de Bruxelas. Fomos visitar uns amigos que já lá vivem há dois anos.


Almoçámos num restaurante com um ambiente bem Belga, La Bécasse, com 136 anos de existência. Nunca lá teríamos ir dar sozinhos, apesar de estar localizado bem perto da Grand Place.


Apesar do frio (teima em nevar ainda que estejamos às portas de Abril), visitámos a Grand Place (com edificios fantásticos e onde vimos o erro arquitectonico da porta da Prefeitura de Bruxelas) e o Manneken Pis. A estátua, mínima, de uma fonte que é um menino a fazer chichi, é (vai-se lá saber porquê) um dos símbolos de Bruxelas. E para nossa maior desilusão, estava vestida (!!). No canto onde se encontra a fonte estão as 3 grandes casas de chocolate (Leonidas, Godiva e Neuhaus), a tentar os muitos turistas.






Depois deambulámos pela cidade mais um pouco, entrando nas lojas de chocolate, banda desenhada, gauffres.

Seguimos no final do dia para Antuérpia onde passámos a noite, perto do Porto.

O ambiente desta cidade é bastante diferente do de Bruxelas. Claramente marcado por séculos de comércio internacional. Encontra-se muita historia de Portugal ligada a este porto e descobrimos que, no início do século XVI e após a chegada à Índia, os portugueses transferiram para ali a feitoria que na Idade Média mantinham em Bruges. Este facto revelou-se da maior importância para a cidade. Com os portugueses, instalou-se igualmente forte colónia mercantil espanhola, passando os negócios das coroas ibéricas a fazer-se maioritariamente por ali. Assim, ao longo do século XVI, Antuérpia tornou-se um centro da "economia do mundo".

Para alem do mais, a prosperidade da cidade prosseguiu ao longo desse século, atraindo assim inúmeros judeus, expulsos de Portugal na sequência da implementação de política antissemita desencadeada pelo governo português, intimamente ligada à religião católica, que nesse período se pautava pelo braço forte da Inquisição, atraídos por grandes oportunidades de enriquecimento. Essa comunidade de exímios mercadores e artesãos enriqueceu o negócio da indústria dos diamantes e, consequentemente, a própria cidade, que passou a contar com a colaboração de artífices especializados no trato comercial.

Em Antuérpia visitámos o forte, igrejas, o museu maritimo, uma exposição de instrumentos musicais e dança, e claro passeámos pelas ruas.







Regressámos a casa cansados mas ainda com alguma energia para fazer a tradicional caça aos ovos...



Um fim de semana bem passado a ver coisas novas e, no fim, sempre contentes por regressar a casa.

Patrícia

17.3.13

A nossa cabana

Fizémo-la hoje. Na verdade aproveitámos a estrutura de uma que já tinha sido iniciada por alguém e remodelámo-la.




E depois ˝picnicámos˝.

Patricia



Regresso da viagem

No regresso da sua viagem ao Mont de Saint Michel o Di estava contente e rouco (imagino o que gritou durante a semana).

Foi uma boa semana, segundo ele.

Tinha a sua espera umas prendinhas que trouxe de NY.


Fiquei surpreendida com a arrumacao da mala no regresso.


Fotos ficam para quando a professora as mandar...

Patricia

Kaki - cinturão verde

A minha menina guerreira,


também não quis continuar.

;-(


Patrícia

Di - cinturão roxo

Contava o mestre de Kung Fu que, antigamente, não havia diversos cinturões. Antes punham uma faixa branca nos iniciados e, com o tempo e muito treino, o cinturão ia escurecendo até ficar tão escuro – preto - significando muito tempo de contínuo treino e esforço. Persistencia.

No Kung Fu, o Di chegou a cinturão roxo.


E resolveu que queria desistir.

A actividade não era minha e não apoiei a resolucao. Fiquei triste por os ver desistir.

Patrícia

9.3.13

Uma das melhores prendas de sempre

Na mesma semana em que o Campeão andou na sua classe de mer eu fiz uma viagem de trabalho a Nova Iorque. Fui na terça feira e regressei sexta. Quando marquei a viagem queria assegurar que cá estaria para a partida do Campeão e marquei o regresso rápido porque não sabia que contaríamos com a ajuda da sogra e, por isso, limitei o tempo de viagem ao estritamente necessário para a mossa ser menor cá em casa.

A viagem foi cansativa e intensa mas o pior passava-se por cá, com a Kaki com uma virose, muitas dores de barriga e febre. Diz o Nuno que é um clássico de quando viajo… Felizmente tínhamos ajuda porque a Kaki ficou em casa.

E quando cheguei tive uma das melhores prendas de sempre.




Feliz por ser Mamã da menina mais maravilhosa do Universo!!!

Patrícia

Classe de mer


Depois de duas semanas de férias, lá partiu o Campeão para a sua semana de « classe de mer ». Uma semana em França, no Mont-Saint-Michel, na companhia de professores e colegas.


Partiu na madrugada de segunda feira e estamos agora á espera do seu regresso, por volda das 9 da noite.

Pelo meio nao houve noticias, a nao ser um e-mail do director da escola a dizer que chegaram bem ao destino, e hoje, dia de regresso, um e-mail a dizer que a viagem esta á correr bem e que estão agora em Bruxelas, estimando a chegada para as 8.30/9.00 da noite.

Sei que o Campeão está bem e que se terá divertido bastante. Estou cheia de vontade que encha de novo a casa com as suas histórias, gargalhadas e presença.

Mais novidades a partilhar em breve, depois de as ouvir em primeira mão.

Patrícia


Nova escola

A escola do Di não tem continuação a partir do próximo ano. Depois de conversas em casa e com terceiros, lá nos decidimos por uma escola que parece ser a que melhor se adequa ao nosso menino.


No início do ano fomos visitar a escola e recolher informação. Ele foi connosco mas nessa altura estava muito inclianado para outra escola.

Foi agora convidado para lá passar um dia normal.

Nos dias anteriores comecei a perguntar-lhe se estaria ansioso - afinal de contas vai completar o sétimo ano escolar sempre na mesma escola. Respondia sempre que não, muito tranquilo e confiante.

Chegado o dia o Grandalhão foi levá-lo e buscá-lo. Lá ficou todo do dia, tranquilo. Conta que tudo correu bem, que os testes que a professora fez para o avaliar eram fáceis e que no segundo intervalo já tinha feito um amigo, holandês, com que jogou à bola nos intervalos e que lhe terá dito para voltar.

Eu ficaria ansiosa nos dias anteriores, provavelmente dormiria mal na noite, e iria a medo. A ele tudo lhe passou ao lado. Uma máquina, o Campeao!

Patrícia

  

3.3.13

Iniciação ao ski - Kandersteg


O Grandalhão já vinha falando em experimentar. Os meninos sempre apoiaram mas eu,cuja alma é toda mar, sempre tinha desencorajado a ideia. Também porque quando se vive nesta terra com o céu cor de leite ter uma fugida para um sítio com céu azul e sol torna-se uma necessidade básica.

Mas desta vez, encorajados por uma família de amigos, o Grandalhão resolveu que era altura e, eu, lá fui de arrasto.

Fizémos 892kms percorrendo a Holanda e Alemanha para chegarmos à minha Suíça (sim, minha). A viagem correu bem e chegámos, ainda sob a luz do dia, para ver a bonita paisagem de montanha.



O primeiro dia, com o aluguer de equipamento de ski, foi bastante confuso. Botas, capacete, skis e batons para todos – leva para baixo e para cima – continuo a achar que o material, sendo alugado e para principiates, devia estar todo no topo da monhanha.

No topo da montanha, especialmente quando o céu azul permitia o sol brilhar, a disposição era boa apesar do objectivo ser diferente para cada pessoa : relaxar, divertir-se, aprender, aperfeiçoar, aproveitar, brincar.

Juntamente com outra família lá nos estreámos no ski nesse dia, com o Alfred, senhor da montanha.

Os outros dias foram de experiências, cada um ao seu ritmo e vontade. Os meninos na escola, nós mais um dia com o Alfred.












O Campeão era, de longe, o melhor de todos nós e sempre a experimentar  e por isso, com menos fotos. A Kaki, quase sempre por perto, foi no entanto quem ganhou uma medalha na corrida organizada pela escola de ski no fim da semana.

Foi uma semana muito agradável e bastante acima das expectativas que eu tinha. Todos falamos em repetir a experiência. A ver vamos quando… Obrigada Cristina, Pedro, Sara e Gonçalo por nos iniciarem de forma tão simpática!

Patrícia

6.2.13

O Canto da Catarina


A delicia que a prima Mariana escreveu para a Miminha.

"Catarina era uma Fada de Água mas sempre desejara ser uma Fada Musical.

Era filha do Rei Tritão e sempre que perguntava ao pai por que razão os dons Água e Musical estavam separados, o pai explicava:

- Porque um dia dois seres, um do lado da Água, outra do lado Musical, se apaixonaram. Não percebiam a razão por que estavam separados e a Fada Musical foi ter com o seu amado. Um deles rasgou a asa e, a partir desse dia, nunca mais se viram.

Já cansada, Catarina decidiu ir ao lado Musical.

Dirigiu-se ao Palácio e demonstrou que sempre desejara ser uma Fada Musical.

- Por favor Majestade, eu gostava tanto de ser uma Fada Musical! – suplicava.

- Lamento – respondia Sua Majestade – não há nada que possamos fazer.

-Eu não vou desistir. Voltarei com o dom – insistiu Catarina.

-Espera!... – gritou Sua Majestade – Resolvemos o problema num instante!

Nesse momento apareceu Efée, um rapaz por quem Catarina logo se apaixonou.

Efée disse:

-Olá! Talvez possamos realizar o teu desejo mas terás de fazer 5 tarefas:

1ª - descobrir o teu verdadeiro “eu” musical;

2ª convencer os júris de que podes entrar;

3ª fazer um concerto;

4ª espantar toda a Musicalândia;

5ª dizeres a Tritão que já não és Fada da Água mas sim Fada Musical.

Catarina ficou com medo da 5ª tarefa mas, mais do que tudo, queria ser Musical.

-Então adeus Efée – disse Catarina, já caidinha.

Antes de começar as tarefas o Rei Musical perguntou:

-Mas… porque tens coroa? Quem tem coroa pertence à realeza e… e isso já é um dom!

-Mas queria tanto ser uma Fada Musical… - e fez beicinho para o Efée.

O rei ao ver a sua tristeza disse:

- Não há problema… Se fizer as tarefas, pode ficar. E já agora – continuou – terás de cantar.

Catarina foi para casa e cantou, cantou e cantou.

- Estou confiante! – disse para as suas bolhas.

Dirigiu-se então ao outro lado e começou por cantar aos júris:


Quem gosta de ser Fada da Água

Quem gosta de ser Fada Musical

Água, água, fica para trás

Música, música fica para sempre

Musical, musical, é o melhor

Água, água, é o pior


Os júris ficaram encantados!

Há anos que não ouviam uma música tão bonita.

Finalmente Catarina tinha conseguido convencer os júris!

De seguida, fez um concerto.

Depois, Catarina gritou:

- Musicalândia, vou cantar como ninguém!

Com o canto de Catarina toda a cidade se espantou.

- Bem, última tarefa… - disse.

Aproximou-se de seu pai, o Rei Tritão, e anunciou:

- Pai, eu...pai, eu…pai, eu… SOU UMA FADA MUSICAL, PRONTO JÁ DISSE!

- Eu sabia, querida! – e abraçou a filha. Foste a única fada e, ainda por cima, princesa, a mudar o dom. Bom, podes ir, mas, quando me reformar, irei ter contigo. E como sou Rei, poderei ir sem passar por tarefas!

- Adoro-te, pai! – disse Catarina.

E, de repente, apareceu Efée.

-Bem, senhor - disse- ficará segura connosco.

E, sem saber como, beijou Catarina.

Eles viveram muito felizes. Cada dia mais.

E, quando o pai de Catarina se reformou, a Musicalândia festejou.

E assim, desde a chegada do Rei Tritão, passaram a chamar-se D. Catarina I e D. Efée I.

Eles tiveram dois filhos a quem deram os nomes de D. Catarina II e D. Efée II.

A Musicalândia tornou-se um local de paz e harmonia."

20.1.13

Cerâmica inspirada em Tolkien


Por altura do Natal saíu, nos cinemas, o Hobbit. Lá fomos ver com a tia Luísa que nos visitava nessa altura, já que os meninos adoram a triologia do Senhor dos Anéis e a obra de Tolkien. Eu, fã confessa, também estava ansiosa.

Poucos dias depois do cinema fomos ao atelier de cerâmica, Color me mine. A Kiki convidou duas das suas amiguinhas para irem connosco. E claro, com a febre do senhor dos anéis, os nossos meninos quizeram (e fizeram) as suas peças dedicadas ao tema. O Di levava 3 imagens: uma do Sauron; uma de um orc horroroso; e a outra do Gollum (em Smeagol) com um peixe na boca.

As amiguinhas da Kiki fizeram um golfinho e uma chávena de chá, respectivamente. O Di, escolheu um prato grande, para servir bolos e decidiu fazer o Sauron, e a Kiki, o Gollum.

Não é normal! Mas, respeitei a escolha. Eu e a sra do atelier ajudámos os quatro e o resultado foi bastante satisfatório. As peças ficaram para ir ao forno.

Grande foi o desgosto quando a Sra.do Color me Mine me telefonou, de coração partido, a dizer que o prato do Di se tinha partido no forno. Que não é costume mas que, por vezes, acontece. Tinha de ser no do Di!

Ainda assim tirei a foto, porque acho que ficaram, ambos, fantásticos. Melhor do que eu esperava. E havemos de nos recompôr do desgosto para ir lá, refazer a obra. Merece.



 Patrícia

O matemático


O Campeão gosta especialmente de matemática. No outro dia veio para casa com a tabela abaixo. A professora, cronometra-os, e tinha dado 12 minutos para todos completarem. O nosso matemático completou-a em 2 minutos e meio, dando tempo à professora para corrigir a sua tabela enquanto os outros meninos da sala acabavam a deles.


Gosta tanto que se entretém a ensinar a Kiki, que, sendo a esponja que é, vai depois para a escola dizer na sala de aula que 3+3+3 (que a professora tinha escrito no quadro) é igual a 3*3. A professora, surpreendida, disse-lhe que a multiplicação irão aprender no próximo ano.

Patrícia

Di - 1T CM2

O Di trouxe novamente para casa excelentes resultados escolares. 77 A (acquis) em 80 critérios avaliados. Os restantes 3, teve ECA, (en cours d’acquisition).


Os comentários das professoras do Di ao seu primeiro trimestre escolar:

Professora de Francês

Trimestre 1: Excellent début d'année. Diogo est toujours aussi sérieux, autonome et appliqué. Le travail quotidien qu'il fournit est excellent. Enthousiaste, il participe activement à la vie de la classe et la dynamise.

Félicitations !

Professora de Inglês

Trimestre 1: Diogo continues to work enthusiastically and conscientiously in English. He is keen to learn new expressions and use them. He communicates very well and made a great presentation to the class about his life; past, present and future. It was full of information and interesting details. We will continue to work on grammatical and lexical accuracy through the year. Keep up the excellent work Diogo.

Professora de Holandês

Un bon premier trimestre pour Diogo. Il pourrait bénéficier de lire en néerlandais pour enrichir son vocabulaire.

Patrícia