13.11.11

Sint Maarten

O São Martinho Holandês não tem castanhas assadas nem água pé. É acima de tudo uma festa de crianças que esperam o anoitecer para sair á rua com lampiões de papel e lanternas.

Este ano resolvemos ir para perto do Vondelpark. Houve uma parada com músicos que percorria o parque e muitas, muitas crianças seguiam-nos com os seus lampiões. Depois de um bocadinho no parque saimos para tocar as campaínhas a pedir doces. Manda a tradicao que so se distribuem doces no caso de as criancas efectivamente cantarem. Assim foi, a Kiki andou de porta em porta a cantar

11 november is de dag
dat mijn lichtje, dat mijn lichtje
11 november is de dag
dat mijn lichtje branden mag


O Di desta vez não participou – não queria ir e acabou por nos pregar uma partida molhada. A Kiki adorou. Queria continuar noite adentro – tudo pelos doces.



Patrícia

2.11.11

Halloween

Os meninos de férias. Os avós paternos a acompanhar. Os meninos convidaram dois bons amigos, também irmão e irmã, para passar a tarde e brincaram ao Halloween ponto uma mesa de lanche muito criativa, decorando o bolo de chocolate que fizeram e abóboras e brincando todos com os gatinhos.

No dia anterior, domingo, decorámos a casa.


Fiz um esforço para chegar mais cedo a casa nesse dia que foi de trabalho. Para nos disfarçarmos de algo medonho, para festejar com eles a data.


E esperámos pelo Papá no escuro do vão das escadas para o assustarmos com um assustador ˝Buh˝!

E no final as meninas ainda fizeram um espectáculo de princesa e bruxas para os meninos. Bem ao gosto da Kiki.

Patrícia

Vela - Diploma

Mais um para o Campeão!

Com uma menção de honra porque em 18 meninos só 2 estão foram considerados aptos a passar para o nível seguinte. E o Di foi um dos dois.

Mamã muito babada, claro. Papá para contar mais detalhes, afinal de contas, foi ele que acompanhou o Campeão quase todos os domingos bem de manhã...

Patrícia

26.10.11

Gatinhos

Finalmente chegaram!



E têm deliciado miúdos e graúdos. Andamos todos a aprender...

Patrícia

Brincadeiras de Outono



Patrícia

19.10.11

Na mala de regresso da viagem

Sei que não está certo mas sempre que vou não consigo conter-me para não trazer um mimo - proporcional ás saudades, porque me lembro tanto dos meus Amores!

NY Pink, para a Kiki
Para o Di trouxe um pouco da magia do Harry Potter, os óculos e o sorting hat.


E para o Grandalhão algo que o deixa ainda mais (será possível?) irresístivel.

Patrícia

Maratona do meu mano

Algures este ano o meu mano fez a sua primeira maratona completa em Madrid. Fê-la em 4 horas e algo. Agora em Outubro resolveu visitar-nos e fazer a de Amesterdão, batendo o seu recorde e completando a prova com 3 horas, trinta e quatro minutos e 46 segundos. A recuperação de tempo em relação á prova anterior foi notável (32 minutos)!

Concluíram a prova 9625 alucinados. Sim alucinados, felizes mas alucinados. O alucinado do meu mano ficou em 2845.

A Kiki e eu desenhámos (a giz) no chão da rua onde iam passar, um incentivo individual para o maratonista mais especial da prova. A Kiki fez também um desenho e esperou, pacientemente, a ver se via a camisola laranja do tio.



Ei-lo a passar! Não contentes com isto, fomos também esperá-lo á meta. Dizíamos a rir, entre nós, que estaríamos ainda no início de percurso.

Muito perto da meta, continuava fresco. E feliz.

Muito orgulhosa do meu mano!

Patrícia

29.9.11

As fotos

O prometido é de vidro...em baixo algumas fotos da vela.












Nuno

25.9.11

148 kms

Ontem fizémos 148 kms até Hengelo (e outros tantos de regresso) para ir conhecer os novos membros do lar.

São manos e têm agora 8 semanas. Vamos buscá-los quando tiverem 12 semanas (exactamente quando os meninos entram de férias de Outono).

Ainda estamos a discutir nomes (aceitam-se sugestões e conselhos para tratar deles) pelo que os vou apresentar por genéro:

A gatinha (e a mão do Di a brincar)


O gatinho (a brincar com a pulseira de Kiki)


O Di e a Kiki (e os pais) estão super contentes e ansiosos por trazê-los.

Patrícia

21.9.11

Actividades 2011/2012

Em Setembro foi o regresso a casa e á escola. Também o momento de escolher actividades para o ano lectivo.

Em Junho, pouco antes de partir para os dois meses de férias de Verão, o Di iniciou-se no Kung Fu. O lema da academia é um cinturão preto é um cinturão branco que nunca desistiu.

A actividade e o ambiente são muito construtivos não apenas do ponto de vista fisico (o Campeão faz para ali umas sessões de flexões, abdominais, corridas etc e só enquanto aquecem...) mas também em áreas como auto-confiança, concentração, respeito, autodisciplina. E desenvolvem-nas bem uma vez que pedem que o comportamento adquirido dentro da sala de aulas seja transportado para fora dela.

Como sistema de motivação os alunos têm a passagem de nível (em exames e que se reflectem na cor do cinturão) mas também ganham etiquetas que são cosidas (com a dedicação da mamã que não tem muita vocação para a costura mas faz o seu melhor) no cinto.



O Nuno também já referiu a vela. Não referiu que esta semana o Campeão chegou a casa com a roupa totalmente encharcada. Dizia ele que a agua do lago estava quentinha comparada com o frio do exterior – felizmente tinha prevenido e levado uma roupa extra. Não, não foi ao charco mas a situação metereológica estava no seu melhor. Para quem jogou futebol com graus negativos de calções isto provavelmente não é nada. E rapazes querem-se durões...

Já a Minúscula, que está na realidade gigante, depois de um tempo em lista de espera (creio que cerca de 5 meses) começou a natação. O sistema holandês organiza em grupo 1, 2 e 3, e depois diploma A, B e C. A Kiki faz parte do grupo 2 e ganhou também a sua primeira etiqueta.



Simultaneamente com a natação, desenvolve o holandês.

A parte que ela mais gosta e no final de puder brincar um bocadinho no escorrega.



Mais uma nadadorazinha em casa.

E falta ainda ver o que a escola tem para oferecer, e o que faz sentido, este ano.

Patrícia

12.9.11

Aniversário

No dia em que o mundo assinalava o 10. aniversário do 11 de Setembro, o Diogo teve a sua primeira aula de vela.

Para não variar esqueci-me da máquina fotográfica em casa. Mas fica desde já prometida uma ilustração da segunda lição. E deixo em seguida um pequeno relato da experiência para compensar.

Num contexto marcadamente holandês, o local é muito convidativo: inseridas no quadrante sudeste do Sloterpark, um parque lindíssimo na zona oeste de Amesterdão, as instalações estão integralmente cercadas por arvoredo, tornando o acesso possível só após esforço deliberado e persistente; a doca, impecavelmente organizada, está repleta de embarcações de todos os géneros e dá acesso a um lago de proporções mais do que suficientes para permitir a prática da maior parte dos desportos náuticos, com a adjuvante da proximidade constante da costa.

Como é timbre dos nossos amigos aqui do norte, a estrutura administrativa é ímpar: tudo funciona exactamente como anunciado e, apesar das inscrições decorrerem em simultâneo com o anúncio das regras de funcionamento e com o início das lições, às 10 em ponto os miúdos estavam na doca a receber as primeiras instruções.

Durante cerca de meia-hora, os instrutores ensinaram-lhes os elementos básicos da navegação e guiaram-nos na preparação de todo o equipamento necessário para se lançar à agua. Equiparam-se com os coletes salva-vidas e, por equipas de 2 a 4, foram ao armazém buscar velas e lemes, viraram e lançaram à água os barquitos e subiram para os barcos à espera do momento da partida.

O Diogão é iniciado, está na turma dos 8 aos 11 anos e navega num Optimist - não sou especialista na matéria mas penso que se trata da embarcação de iniciação por excelência. Diz ele que a maior parte dos miúdos já tem alguma experiência, dentro ou fora daquela escola, e formou par com um rapaz holandês que está a repetir as lições, pelo que teve o privilégio de aprender com o colega.

Fiquei com a impressão que muitos dos pais têm experiência própria na matéria. Isso já é habitual nestas aventuras para onde arrasto o campeão mas não me incomoda: por princípio não queremos incentivá-los a seguir as nossas passadas ou a ser especialistas de coisa alguma, apenas equipá-los com competências em diferentes áreas para que consigam safar-se num mundo imprevisível.

Para a semana as fotos...

Nuno

11.9.11

Festa de 9 anos do Di com os amigos da Holanda

Como já é tradição, no primeiro fim de semana após o regresso ás aulas, o Di faz uma festa para celebrar o seu aniversário com os amigos da Holanda. Desta vez fizémos uma festa conjunta com o Adrian que também fez anos em Agosto.

A festa foi no Paintball Jungle com 15 menino(a)s em acção. Trata-se de um terreno que reproduz jogos de guerra e onde os meninos, divididos em 2 equipas, entravam em vários campos para reproduzir uma batalha.

Cada um tinha um fato de camuflagem, um chapéu e uma arma de laser (porque a de paintball sendo disparada a curta distância pode provocar nódoas negras e por isso recomendam laser para os mais novos).


Andaram por vários campos com diferentes configurações e todos na rua pelo que tinham muita lama também – os sapatos ficaram bonitos... Dividiram-se as equipas que eram lideradas pelo Diogo e pelo Adrian.

No final cantámos os parabéns, apagámos as velas do bolo que fiz em casa e distribuímos os presentes.


A festa foi um sucesso (mais uma vez proposta do Grandalhão). As meninas, com algumas reservas no início do jogo, estavam muito excitadas no final e os rapazes estavam, no minimo, delirantes. Ouvi pelo menos dois meninos a pedirem aos pais para fazerem a sua festa ali, e tanto o Di como o Adrian a quererem lá voltar.

Patrícia

7.9.11

9 anos do Di

O nosso Campeão fez 9 anos. O meu bébé lindo.

Está tão crescido.

Em todos os sentidos.

No dia do seu aniversário, como era sua vontade, fizémos-lhe a festa que ele queria: a familia toda (quer dizer, pais e mana, avós maternos e paternos, tios e primos e bisavós) reunida no Magoito.

Com a lavagem ao cérebro (e natural apetência) que teve durante as semans em Portugal só pensa no Benfica, de modo que muitas prendas giraram em torno do futebol e clube.

Os tios levaram-lhe uma pinhata em forma de águia do Benfica e bola – foi muito divertido para todos os pequenotes. Finalmente conseguirem destruí-la e foram recompensados com os doces que ela guardava no interior.


Os avós levaram-lhe um bolo Benfica-Porto (com umas velas que não se apagavam) e os outros avós deram-lhe o equipamento do Benfica (não tenho fotos). Recebeu também uma bola e lancheira. Do SLB... Acho (ou espero) que isto tudo tenha sido porque se entusiasmaram no Benfica-Arsenal que foram ver a Luz no fim de semana anterior.


O Grandalhão, sempre a contrabalançar, deu-lhe a camisola (da época) do Real Madrid.


Mais um ano do meu menino. Que sejam muitos e bons!

Patrícia