Patricia
21.4.11
17.4.11
E em menos tempo do que a visita ao parque demorou
o meu mano suplantava Filípides (que tombou ao chegar a Atenas) e corria, em Madrid, 42.195m. Fez 4h e 7m - eu demoro a eternidade!
Mais uma victória, para juntar às suas muitas. É agora maratonista.
Estou muito orgulhosa!
Patrícia
Mais uma victória, para juntar às suas muitas. É agora maratonista.
Estou muito orgulhosa!
Patrícia
Archeon
Visitámos Archeon (www.archeon.nl) um parque temático, sobre a história nas épocas da pré-história, romanos e medieval. Nele, encontrámos casas e objectos das diversas épocas, personagens vestidas a rigor que explicavam o que se passava e mais, que nos fizeram viver, por experiência, a fazer coisas à moda da época. Esta é a genialidade do parque.
Pré-história – Até 12 AC
Este é o período da história para o qual não há registo escrito conhecido.
A Kiki adorou ser tatuada

E o Di deliciou-se a levar o Grandalhão para uma volta de canoa, da qual regressou todo molhado...
Os meninos brincaram numa cabana à volta da lareira e experimentaram esmagar pedras e folhas. Viram a como se vivia na idade da pedra, bronze e ferro.

Depois, em esforço colectivo, passaram de jangada para o tempo dos romanos

Romanos – Entre 12 AC e 406 DC
Começámos por dar de comer a um cavalo.
Os meninos deliciaram-se a experimentar as vestimentas dos soldados romanos 

Vimos os famosos banhos romanos bem como as casas


Experimentaram fazer mosaicos, viram como funcionava o instrumento para fazer olaria, como as casas portuguesas ainda tem semelhanças com as romanas mas acima de tudo, como a dieta portuguesa se baseia nos mesmos ingredientes da romana.
Depois fomos a uma anfiteatro onde assistimos a uma divertida luta de gladiadores. No fim da luta a maioria do público (não nós) pediu a morte do gladiador derrotado. Os gladiadores eram divertidos mas o meninos na arena foram muito mais


Idade Média – Entre 406 DC e 1500
Na idade medieval experimentaram o arco e a flecha


Os torneios


Viram que as pessoas se dedicavam a uma profissão, que teciam, faziam sapatos de couro, o ferreiro, o padeiro e que as suas lojas eram tambem as suas casas.

E, claro, lutavam também.
Ouvimos o canto gregoriano dos padres no mosteiro.
Um dia muito bem passado que acabou com a necessidade de voltar cansados mas satisfeitos às nossas camas do século XXI.
Patrícia
Pré-história – Até 12 AC
Este é o período da história para o qual não há registo escrito conhecido.
A Kiki adorou ser tatuada

E o Di deliciou-se a levar o Grandalhão para uma volta de canoa, da qual regressou todo molhado...
Os meninos brincaram numa cabana à volta da lareira e experimentaram esmagar pedras e folhas. Viram a como se vivia na idade da pedra, bronze e ferro.
Depois, em esforço colectivo, passaram de jangada para o tempo dos romanos
Romanos – Entre 12 AC e 406 DC
Começámos por dar de comer a um cavalo.
Os meninos deliciaram-se a experimentar as vestimentas dos soldados romanos 

Vimos os famosos banhos romanos bem como as casas

Experimentaram fazer mosaicos, viram como funcionava o instrumento para fazer olaria, como as casas portuguesas ainda tem semelhanças com as romanas mas acima de tudo, como a dieta portuguesa se baseia nos mesmos ingredientes da romana.
Depois fomos a uma anfiteatro onde assistimos a uma divertida luta de gladiadores. No fim da luta a maioria do público (não nós) pediu a morte do gladiador derrotado. Os gladiadores eram divertidos mas o meninos na arena foram muito mais

Idade Média – Entre 406 DC e 1500
Na idade medieval experimentaram o arco e a flecha


Os torneios


Viram que as pessoas se dedicavam a uma profissão, que teciam, faziam sapatos de couro, o ferreiro, o padeiro e que as suas lojas eram tambem as suas casas.

E, claro, lutavam também.
Ouvimos o canto gregoriano dos padres no mosteiro. Um dia muito bem passado que acabou com a necessidade de voltar cansados mas satisfeitos às nossas camas do século XXI.
Patrícia
16.4.11
Celebrámos os cinco anos
da Kiki de várias maneiras.
No dia de aniversário, fizémos um bolo e levámos para a escola, onde cantámos os parabéns à Kiki. Em casa celebrámos a data como deve de ser.




A festa com os amigos foi no fim de semana seguinte. De novo no Little Gym a pedido da aniversariante. Muita cor, energia e alegria. Novamente bolos caseiros. Só que desta vez contou não apenas com a presença dos amigos mas também dos tios e primos.







Parabéns Kiki querida do meu coração!
Patrícia
No dia de aniversário, fizémos um bolo e levámos para a escola, onde cantámos os parabéns à Kiki. Em casa celebrámos a data como deve de ser.




A festa com os amigos foi no fim de semana seguinte. De novo no Little Gym a pedido da aniversariante. Muita cor, energia e alegria. Novamente bolos caseiros. Só que desta vez contou não apenas com a presença dos amigos mas também dos tios e primos.







Parabéns Kiki querida do meu coração!
Patrícia
4.4.11
Já lá vão 5
Já lá vão 5 anos. E dos bons - a julgar pelas gargalhadas e sorrisos da Kiki a vida corre-lhe segundo as expectativas.
Ontem estivémos em dia de recordações. A Kiki gosta de saber como era, como foi quando nasceu, como foi cada celebração do seu aniversário.
Era(mos) assim.
Lembro-me de pensar, quando a vi pela primeira vez, que ela era perfeita. Talvez seja o pensamento de todas as mães quandos os filhos nascem. O Di era um orgulho de bebé, enorme, forte e sólido e dando-me uma grande segurança enquanto mãe pela primeira vez. Nunca tive medo de o pegar ou de lhe fazer fosse o que fosse. A Kiki era/é tudo quanto há de feminino neste mundo, desde o primeiro momento, e regozijo-me por isso.
Tem sido uma enorme e forte alegria nesta casa, constantemente a surpreender-me, e emocionar-me muito para além das expectativas.
E agora há que fazer outro dia cheio de todos os merecidos mimos, para viver (e mais tarde recordar) com alegria.
Patrícia
Ontem estivémos em dia de recordações. A Kiki gosta de saber como era, como foi quando nasceu, como foi cada celebração do seu aniversário.
Era(mos) assim.
Tem sido uma enorme e forte alegria nesta casa, constantemente a surpreender-me, e emocionar-me muito para além das expectativas.
E agora há que fazer outro dia cheio de todos os merecidos mimos, para viver (e mais tarde recordar) com alegria.
Patrícia
2.4.11
sonho de Verão
Todos os anos, sensivelmente por esta altura, comecamos a sonhar com o sol e com as férias de Verão. Em galopante delírio colectivo, imaginamo-nos de chinelas e roupagens de praia a deslizar pelas areias escaldantes de um qualquer paraíso turístico.
Para quem já se interroga sobre o significado das últimas 3 palavras do parágrafo anterior, esclareco que iniciámos no ano passado a tradicão das nossas férias de calor primaveril, pelo que por alturas de Marco já estamos bem avancados nos preparativos e entusiasmados com a perspectiva de nos encaminharmos na direccão do deus-sol.
Para além disso, aos poucos fomo-nos habituando ao clima holandês e somos actualmente bem capazes de apreciar os vinte e poucos graus semi-nublados que nos oferece o Verão local.
Isto tudo para explicar que sol e calor já não rimam exclusivamente com Portugal no nosso universo familiar. Mas a associacão continua muito forte e o Verão do nosso país ainda chama por nós e nos transporta para o mundo mágico das recordacões de infância.
Ao lembrar a minha praia consigo sentir-lhe o cheiro, sussurrar a sua melodia complexa de vozes e ondas, reviver inúmeros episódios de alegria incontida. Reanimo um sentimento profundo de pertenca e elevo-me à condicão de menino embalado pela confianca convicta em tudo o que me rodeia.
Alargo em seguida os horizontes e transporto-me para o resto do mundo onde vivi toda uma vida. Sou novamente dominado por uma tranquilidade sem reservas e pela certeza de haver um lar para a minha alma. E rendo-me voluntário ao desejo de ter raízes nos pés e a pele escurecida pelo meu sol.
Aí lembro férias recentes e condeno-me pelas hesitacões e angústias sem causa. Mas o sonho logo domina e prometo-me que desta vez vou gozar cada minuto.
Nuno
Para quem já se interroga sobre o significado das últimas 3 palavras do parágrafo anterior, esclareco que iniciámos no ano passado a tradicão das nossas férias de calor primaveril, pelo que por alturas de Marco já estamos bem avancados nos preparativos e entusiasmados com a perspectiva de nos encaminharmos na direccão do deus-sol.
Para além disso, aos poucos fomo-nos habituando ao clima holandês e somos actualmente bem capazes de apreciar os vinte e poucos graus semi-nublados que nos oferece o Verão local.
Isto tudo para explicar que sol e calor já não rimam exclusivamente com Portugal no nosso universo familiar. Mas a associacão continua muito forte e o Verão do nosso país ainda chama por nós e nos transporta para o mundo mágico das recordacões de infância.
Ao lembrar a minha praia consigo sentir-lhe o cheiro, sussurrar a sua melodia complexa de vozes e ondas, reviver inúmeros episódios de alegria incontida. Reanimo um sentimento profundo de pertenca e elevo-me à condicão de menino embalado pela confianca convicta em tudo o que me rodeia.
Alargo em seguida os horizontes e transporto-me para o resto do mundo onde vivi toda uma vida. Sou novamente dominado por uma tranquilidade sem reservas e pela certeza de haver um lar para a minha alma. E rendo-me voluntário ao desejo de ter raízes nos pés e a pele escurecida pelo meu sol.
Aí lembro férias recentes e condeno-me pelas hesitacões e angústias sem causa. Mas o sonho logo domina e prometo-me que desta vez vou gozar cada minuto.
Nuno
23.3.11
Geometria
Geometria é magia
Da matemática.
Encontra-se ângulos
Nos triângulos.
Mas também é magia
É brincar a encontrar
As coisas do trabalho
Que estás a fazer.
A fazer e a aprender
A geometria.
Diogo
Da matemática.
Encontra-se ângulos
Nos triângulos.
Mas também é magia
É brincar a encontrar
As coisas do trabalho
Que estás a fazer.
A fazer e a aprender
A geometria.
Diogo
19.3.11
Equilíbrio?
Bonecas a banho
O momento pré-banho é sempre algo desgastante porque temos de convencer os meninos – raramente vão a primeira chamada. Uma vez iniciado o banho, tudo decorre tranquilamente, convencê-los (a ela sobretudo do duche) é que é sempre chato.
Hoje aconteceu exactamente o mesmo. Até chegarmos ao acordo de que era duche e que a Sininho também ía, de touca, para não estragar o cabelo e com direito a gel de banho de côco.
Enfim...
Patrícia
Hoje aconteceu exactamente o mesmo. Até chegarmos ao acordo de que era duche e que a Sininho também ía, de touca, para não estragar o cabelo e com direito a gel de banho de côco.
Enfim... Patrícia
9.3.11
Vacinas à Holandesa
Há cerca de um mês recebemos uma carta em casa que pedia o comparecimento do Di, no dia 9 de Março, entre as 3.30 e as 4 da tarde. Devia comparecer para que fosse vacinado contra DTB (difteria, tétano e poliemite) e BMR (rubéola), vacinas que fazem parte do programa nacional de vacinas Holandês.
Assim foi. Lá fomos hoje.
Transformaram um pavilhão desportivo no local apropriado para a operação de vacinação em massa. Presumo que convocaram todos os miúdos que tenham (ou façam) 9 anos em 2011. Á chegada encontrámos uma fila, estivémos talvez 15 minutos no total á espera porque a fila estava sempre a avançar.
Até chegarmos ao salão de andebol/basquete transformada na sala de vacinas. Três filas montadas com cerca de 7/8 mesas de vacinação para cada fila. Pessoas a organizar. Os meninos chegavam, sentavam-se numa cadeira e uma enfermeira de cada lado a dar cada uma a sua vacina, em simultâneo, em cada um dos braços.
Penso, recomendação de que num dos braços iria doer hoje e/ou amanhã, no outro iria sentir os efeitos entre cinco e doze dias.
Está feito.
Pontos fortes a organização em escala e massa. Impressionante. Pontos fraco, para não calvinistas como eu, a falta de atenção individualizada sibretudo no pós-vacina. Sem dúvida uma experiência a relatar.
Patrícia
Assim foi. Lá fomos hoje.
Transformaram um pavilhão desportivo no local apropriado para a operação de vacinação em massa. Presumo que convocaram todos os miúdos que tenham (ou façam) 9 anos em 2011. Á chegada encontrámos uma fila, estivémos talvez 15 minutos no total á espera porque a fila estava sempre a avançar.
Até chegarmos ao salão de andebol/basquete transformada na sala de vacinas. Três filas montadas com cerca de 7/8 mesas de vacinação para cada fila. Pessoas a organizar. Os meninos chegavam, sentavam-se numa cadeira e uma enfermeira de cada lado a dar cada uma a sua vacina, em simultâneo, em cada um dos braços.
Penso, recomendação de que num dos braços iria doer hoje e/ou amanhã, no outro iria sentir os efeitos entre cinco e doze dias.
Está feito.
Pontos fortes a organização em escala e massa. Impressionante. Pontos fraco, para não calvinistas como eu, a falta de atenção individualizada sibretudo no pós-vacina. Sem dúvida uma experiência a relatar.
Patrícia
8.3.11
Conversa de jantar
Esta noite, na conversas ao jantar desta noite de Carnaval, surgiram as seguintes questões da Kiki:
- como nasceu o primeiro homem?
Dificil de explicar. Vai-se buscar a ideia de organismos unicelulares mas ainda assim fica a pergunta de como esses apareceram? Que há muitas teorias (ou ideias) – para o Di devem ter vindo num meteorito. E explicar a evolução, pequenas mudanças de geração após geração, adaptações ao meio ambiente, necessidades.
- como nasceu o planeta terra?
Nas explicações dadas, sobretudo pelo Grandalhão, sobre a teroria do big bang, energia, matéria e anti-matéria e buraco negro o Di concluía que quando a matéria (representada por um copo de água) tocava a anti-matéria (outro copo de água) resultava o nada.
Não há dúvida sobre a voracidade da curiosidade que têm.
Patrícia
- como nasceu o primeiro homem?
Dificil de explicar. Vai-se buscar a ideia de organismos unicelulares mas ainda assim fica a pergunta de como esses apareceram? Que há muitas teorias (ou ideias) – para o Di devem ter vindo num meteorito. E explicar a evolução, pequenas mudanças de geração após geração, adaptações ao meio ambiente, necessidades.
- como nasceu o planeta terra?
Nas explicações dadas, sobretudo pelo Grandalhão, sobre a teroria do big bang, energia, matéria e anti-matéria e buraco negro o Di concluía que quando a matéria (representada por um copo de água) tocava a anti-matéria (outro copo de água) resultava o nada.
Não há dúvida sobre a voracidade da curiosidade que têm.
Patrícia
21.2.11
Poema do Di
Hoje, quando cheguei a casa, o Di leu-me o poema que escreveu
Flores
As flores,
De tantas cores,
Que até fazem dores.
É incrivel não é?
Mas é assim,
Olha para mim e acredita.
Di
Brutal!
Patricia
Flores
As flores,
De tantas cores,
Que até fazem dores.
É incrivel não é?
Mas é assim,
Olha para mim e acredita.
Di
Brutal!
Patricia
19.2.11
Carnaval da escola
Já tinha dito que a Kiki estava a trabalhar sobre o circo na escola, e por isso as professoras decidiram que este ano as máscaras não eram livres mas que os meninos daquela classe se deviam mascarar todos de palhacinhos.
Eu estava de regresso de viagem pelo que o disfarce foi trabalho conjunto do Grandalhão e da (titi) Coisa.
O Di foi, como noutro ano, de cavaleiro. A avó Nelucha mandou pelo correio um novo disfarce mas a encomenda foi entregue na casa de outros vizinhos que não abriram a porta a tempo do Di levar o novo disfarce. Agora já chegou – será usado noutro Carnaval!
A professora do Di tinha pedido aos pais para contribuirem com o lanche desse dia: crepes, doce de morango, nutela. O Grandalhão e a Coisa levantaram-se mais cedo nesse dia para fazerem os ditos crepes – eles poderão contar melhor como correu essa manhã. A mim, parece-me ter corrido bem, porque contou o Di que comeu 6 crepes...
Quando cheguei a casa a cozinha estava uma desgraça como nunca tinha visto... Sinal do esforço, pressa e cuidado que os manos tiveram para que os quiduchos passassem bem este dia de festa. Muito bem!
Patrícia
Eu estava de regresso de viagem pelo que o disfarce foi trabalho conjunto do Grandalhão e da (titi) Coisa.
O Di foi, como noutro ano, de cavaleiro. A avó Nelucha mandou pelo correio um novo disfarce mas a encomenda foi entregue na casa de outros vizinhos que não abriram a porta a tempo do Di levar o novo disfarce. Agora já chegou – será usado noutro Carnaval!
A professora do Di tinha pedido aos pais para contribuirem com o lanche desse dia: crepes, doce de morango, nutela. O Grandalhão e a Coisa levantaram-se mais cedo nesse dia para fazerem os ditos crepes – eles poderão contar melhor como correu essa manhã. A mim, parece-me ter corrido bem, porque contou o Di que comeu 6 crepes...
Quando cheguei a casa a cozinha estava uma desgraça como nunca tinha visto... Sinal do esforço, pressa e cuidado que os manos tiveram para que os quiduchos passassem bem este dia de festa. Muito bem!
Patrícia
7.2.11
Meu dia
Um bocadinho para mim foi a prenda que me dei.
Bocadinho para parar e lembrar o gostoso que é ter um bocadinho de tempo para falar com a família e amigos, sem a correria e stress loucos do dia a dia.
Bocadinho para ir levar e, sobretudo, buscar os meninos.
Bocadinho para esperar exactamente pela meia noite para receber beijos de parabéns do príncipe encantado.
Bocadinho para apreciar desenhos dos filhotes logo pela manhã.

Bocadinho para receber e responder ás mensagens e telefonemas dos amigos.
Tantos mimos – que dia gostoso!
Patrícia
Bocadinho para parar e lembrar o gostoso que é ter um bocadinho de tempo para falar com a família e amigos, sem a correria e stress loucos do dia a dia.
Bocadinho para ir levar e, sobretudo, buscar os meninos.
Bocadinho para esperar exactamente pela meia noite para receber beijos de parabéns do príncipe encantado.
Bocadinho para apreciar desenhos dos filhotes logo pela manhã.

Bocadinho para receber e responder ás mensagens e telefonemas dos amigos.Tantos mimos – que dia gostoso!
Patrícia
2.2.11
Clown face painting
1.2.11
Diploma C
"O Diogo já sabe nadar, yooo"
Diploma C debaixo do braço, assim chegou hoje a casa o Campeão, apenas dois meses depois de ter trazido o diploma B para casa. Ou seja, completou os exames de natação ao abrigo do sistema nacional Holandês.
E a mamã muito orgulhosa do seu filhote consistentemente sólido em diversas vertentes.
É o Maior!
Patrícia
Diploma C debaixo do braço, assim chegou hoje a casa o Campeão, apenas dois meses depois de ter trazido o diploma B para casa. Ou seja, completou os exames de natação ao abrigo do sistema nacional Holandês.
E a mamã muito orgulhosa do seu filhote consistentemente sólido em diversas vertentes.É o Maior!
Patrícia
26.1.11
As cadeiras
Temos as mesmas desde a nossa primeira casa. Compradas em conjunto com outra mobília, a eito, á prova de crianças e sem grande investimento porque tudo iria ficar inevitavelmente com umas medalhas de leite azedo, baba e outras que tal.
Isto foi há quase 10 anos. As cadeiras lá se aguentaram, não sem um “jeito” do sogro que me lembro de uma ou outra colada e com cordas á volta até secar bem.
Há já uns anos começámos a falar em novas cadeiras. Com os meninos a crescer e as cadeiras cada vez com medalhas mais indifarçáveis, tinhamos vontade de trocar. Namorámos umas quantas mas nunca nos conseguíamos decidir por falta de unanimidade na escolha.
Ainda bem antes do Natal, andava Grandalhão nas suas pesquisas cibernáuticas, e encontrou montes de cadeiras. Mais uma vez impasse pelo que lhe disse para escolher que assumiria a sua escolha.
E assim escolheu e encomendou.
Recebemos um e-mail a dizer que tinham começado a fazer as cadeiras!?!?!
E enfim, hoje entregaram-nas. Numa modalidade de entrega muito holandesa. É reconhecido mundialmente o jeito que têm para servir(-se) e agradar o cliente...
Quer dizer, deixaram-nas em três mega caixas lá em baixo após uma discussão imprópria para cardíacos e comigo a berrar com a besta absolutamente estúpida em forma de homem de entregas da DHL... Deixaram as caixas assim:
Enfim, porque as caixas ficaram á porta e não as conseguia trazer para cima mesmo com a ajuda do Campeão, lá pusemos todos as mãos a obra e após uma hora a desempacotar, tirar as cadeiras, separar a esferovite do plástico e cartão e colocá-lo no respectivo recepiente do lixo, cá estamos nós e as cadeiras novas, 32 degraus acima de onde as quizeram deixar.
Não fossem giríssimas e estavas em apuros logo quando chegasses a casa!
Patrícia
Isto foi há quase 10 anos. As cadeiras lá se aguentaram, não sem um “jeito” do sogro que me lembro de uma ou outra colada e com cordas á volta até secar bem.
Há já uns anos começámos a falar em novas cadeiras. Com os meninos a crescer e as cadeiras cada vez com medalhas mais indifarçáveis, tinhamos vontade de trocar. Namorámos umas quantas mas nunca nos conseguíamos decidir por falta de unanimidade na escolha.
Ainda bem antes do Natal, andava Grandalhão nas suas pesquisas cibernáuticas, e encontrou montes de cadeiras. Mais uma vez impasse pelo que lhe disse para escolher que assumiria a sua escolha.
E assim escolheu e encomendou.
Recebemos um e-mail a dizer que tinham começado a fazer as cadeiras!?!?!
E enfim, hoje entregaram-nas. Numa modalidade de entrega muito holandesa. É reconhecido mundialmente o jeito que têm para servir(-se) e agradar o cliente...
Quer dizer, deixaram-nas em três mega caixas lá em baixo após uma discussão imprópria para cardíacos e comigo a berrar com a besta absolutamente estúpida em forma de homem de entregas da DHL... Deixaram as caixas assim:
Enfim, porque as caixas ficaram á porta e não as conseguia trazer para cima mesmo com a ajuda do Campeão, lá pusemos todos as mãos a obra e após uma hora a desempacotar, tirar as cadeiras, separar a esferovite do plástico e cartão e colocá-lo no respectivo recepiente do lixo, cá estamos nós e as cadeiras novas, 32 degraus acima de onde as quizeram deixar.
Não fossem giríssimas e estavas em apuros logo quando chegasses a casa! Patrícia
22.1.11
Bicicletas
O tempo passa e, apesar de os ter proibido de crescer, os meninos ignoram-me e crescem muito depressa.
As bicicletas que tinham estavam a ficar pequenas demais. Os joelhos do Di batiam no guiador. Fomos a uma loja de bicicletas e levámos as bicicletas em que os pequenotes pedalaram nos últimos anos.

E trouxémos outras.

Na medida certa. Por enquanto.
Patrícia
As bicicletas que tinham estavam a ficar pequenas demais. Os joelhos do Di batiam no guiador. Fomos a uma loja de bicicletas e levámos as bicicletas em que os pequenotes pedalaram nos últimos anos.

E trouxémos outras.

Na medida certa. Por enquanto.
Patrícia
12.1.11
esponja
O campeão tinha um poema para aprender para hoje. E a Patrícia tinha-lhe dito que estava proibido de brincar enquanto não tivesse os trabalhos de casa feitos e o banho tomado.
Quando chegámos a casa já tinha cumprido os deveres, entre os quais a aprendizagem de apenas metade do poema, conforme instruções da professora. Exigimos-lhe então que fosse aprender o resto pois não se aprende poemas às metades.
Foi para o quarto e de 30 em 30 segundos gritava 'já só me falta X linhas!'. À hora normal de deitar já tinha dito o poema inteiro mas com algumas hesitações. Ficou então de acordar mais cedo para rever e voltar a dizê-lo de manhã.
Ao contrário do que é hábito, esta manhã não acordou mais cedo. Quando se levantou para tomar o pequeno-almoço, lembrei-lhe que tinha faltado ao acordo e que ainda teria que dizer o poema.
Pois em 20 minutos o piolho, acabado de acordar, tomou o pequeno-almoço, escolheu a roupa e vestiu-se, lavou os dentes, reviu o poema e disse-o de uma ponta à outra sem parar para respirar.
No final dizia que tinha aprendido o poema todo de manhã e preparava-se para se gabar aos colegas da façanha. Mas o pai, depois de lhe dar os parabéns, aproveitou para lhe lembrar que tinha sido o esforço da véspera que tinha produzido resultados.
Nuno
Quando chegámos a casa já tinha cumprido os deveres, entre os quais a aprendizagem de apenas metade do poema, conforme instruções da professora. Exigimos-lhe então que fosse aprender o resto pois não se aprende poemas às metades.
Foi para o quarto e de 30 em 30 segundos gritava 'já só me falta X linhas!'. À hora normal de deitar já tinha dito o poema inteiro mas com algumas hesitações. Ficou então de acordar mais cedo para rever e voltar a dizê-lo de manhã.
Ao contrário do que é hábito, esta manhã não acordou mais cedo. Quando se levantou para tomar o pequeno-almoço, lembrei-lhe que tinha faltado ao acordo e que ainda teria que dizer o poema.
Pois em 20 minutos o piolho, acabado de acordar, tomou o pequeno-almoço, escolheu a roupa e vestiu-se, lavou os dentes, reviu o poema e disse-o de uma ponta à outra sem parar para respirar.
No final dizia que tinha aprendido o poema todo de manhã e preparava-se para se gabar aos colegas da façanha. Mas o pai, depois de lhe dar os parabéns, aproveitou para lhe lembrar que tinha sido o esforço da véspera que tinha produzido resultados.
Nuno
mais uma da Catarina
7.30 da manhã de um qualquer dia de escola, o tempo já escasseava e a kiki não acordava. Coube-me nesse dia a tarefa de despertá-la.
Baixinho sussurrei-lhe - Kiki, tens que te levantar depressa senão chegamos atrasados...
Respondeu-me pausadamente, sem um segundo de hesitação e como se me fizesse uma concessão - Tudo bem, vão vocês e eu fico - e virou a cabeça para o outro lado.
Nuno
Baixinho sussurrei-lhe - Kiki, tens que te levantar depressa senão chegamos atrasados...
Respondeu-me pausadamente, sem um segundo de hesitação e como se me fizesse uma concessão - Tudo bem, vão vocês e eu fico - e virou a cabeça para o outro lado.
Nuno
o mundo feito de chocolate
A nossa kiki afirma para quem quiser ouvir que fez o mundo inteiro em chocolate.
E não o diz de vez em quando ou de forma generalizada: há meses que, de forma desconcertantemente coerente, concretiza e detalha os objectos, pessoas e paisagens que desenhou e construíu em chocolate.
Quando algum de nós, totalmente alheado desta história, se refere a algo que alguém fez, ela interrompe o discurso para corrigir e precisar com absoluta autoridade que na verdade a autoria foi sua.
Não faço ideia onde foi buscar tal invenção. Mas tenho testemunhado com absoluta surpresa a imperturbável consistência que emprega na manutenção da mesma.
Nuno
E não o diz de vez em quando ou de forma generalizada: há meses que, de forma desconcertantemente coerente, concretiza e detalha os objectos, pessoas e paisagens que desenhou e construíu em chocolate.
Quando algum de nós, totalmente alheado desta história, se refere a algo que alguém fez, ela interrompe o discurso para corrigir e precisar com absoluta autoridade que na verdade a autoria foi sua.
Não faço ideia onde foi buscar tal invenção. Mas tenho testemunhado com absoluta surpresa a imperturbável consistência que emprega na manutenção da mesma.
Nuno
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