17.4.11

Archeon

Visitámos Archeon (www.archeon.nl) um parque temático, sobre a história nas épocas da pré-história, romanos e medieval. Nele, encontrámos casas e objectos das diversas épocas, personagens vestidas a rigor que explicavam o que se passava e mais, que nos fizeram viver, por experiência, a fazer coisas à moda da época. Esta é a genialidade do parque.

Pré-história – Até 12 AC

Este é o período da história para o qual não há registo escrito conhecido.
A Kiki adorou ser tatuada

E o Di deliciou-se a levar o Grandalhão para uma volta de canoa, da qual regressou todo molhado...
Os meninos brincaram numa cabana à volta da lareira e experimentaram esmagar pedras e folhas. Viram a como se vivia na idade da pedra, bronze e ferro.

Depois, em esforço colectivo, passaram de jangada para o tempo dos romanos

Romanos – Entre 12 AC e 406 DC

Começámos por dar de comer a um cavalo.
Os meninos deliciaram-se a experimentar as vestimentas dos soldados romanos

Vimos os famosos banhos romanos bem como as casas


Experimentaram fazer mosaicos, viram como funcionava o instrumento para fazer olaria, como as casas portuguesas ainda tem semelhanças com as romanas mas acima de tudo, como a dieta portuguesa se baseia nos mesmos ingredientes da romana.
Depois fomos a uma anfiteatro onde assistimos a uma divertida luta de gladiadores. No fim da luta a maioria do público (não nós) pediu a morte do gladiador derrotado. Os gladiadores eram divertidos mas o meninos na arena foram muito mais


Idade Média – Entre 406 DC e 1500

Na idade medieval experimentaram o arco e a flecha


Os torneios


Viram que as pessoas se dedicavam a uma profissão, que teciam, faziam sapatos de couro, o ferreiro, o padeiro e que as suas lojas eram tambem as suas casas.

E, claro, lutavam também.
Ouvimos o canto gregoriano dos padres no mosteiro.

Um dia muito bem passado que acabou com a necessidade de voltar cansados mas satisfeitos às nossas camas do século XXI.

Patrícia

16.4.11

Celebrámos os cinco anos

da Kiki de várias maneiras.

No dia de aniversário, fizémos um bolo e levámos para a escola, onde cantámos os parabéns à Kiki. Em casa celebrámos a data como deve de ser.





A festa com os amigos foi no fim de semana seguinte. De novo no Little Gym a pedido da aniversariante. Muita cor, energia e alegria. Novamente bolos caseiros. Só que desta vez contou não apenas com a presença dos amigos mas também dos tios e primos.








Parabéns Kiki querida do meu coração!

Patrícia

4.4.11

Já lá vão 5

Já lá vão 5 anos. E dos bons - a julgar pelas gargalhadas e sorrisos da Kiki a vida corre-lhe segundo as expectativas.

Ontem estivémos em dia de recordações. A Kiki gosta de saber como era, como foi quando nasceu, como foi cada celebração do seu aniversário.

Era(mos) assim.
Lembro-me de pensar, quando a vi pela primeira vez, que ela era perfeita. Talvez seja o pensamento de todas as mães quandos os filhos nascem. O Di era um orgulho de bebé, enorme, forte e sólido e dando-me uma grande segurança enquanto mãe pela primeira vez. Nunca tive medo de o pegar ou de lhe fazer fosse o que fosse. A Kiki era/é tudo quanto há de feminino neste mundo, desde o primeiro momento, e regozijo-me por isso.

Tem sido uma enorme e forte alegria nesta casa, constantemente a surpreender-me, e emocionar-me muito para além das expectativas.

E agora há que fazer outro dia cheio de todos os merecidos mimos, para viver (e mais tarde recordar) com alegria.

Patrícia

2.4.11

sonho de Verão

Todos os anos, sensivelmente por esta altura, comecamos a sonhar com o sol e com as férias de Verão. Em galopante delírio colectivo, imaginamo-nos de chinelas e roupagens de praia a deslizar pelas areias escaldantes de um qualquer paraíso turístico.

Para quem já se interroga sobre o significado das últimas 3 palavras do parágrafo anterior, esclareco que iniciámos no ano passado a tradicão das nossas férias de calor primaveril, pelo que por alturas de Marco já estamos bem avancados nos preparativos e entusiasmados com a perspectiva de nos encaminharmos na direccão do deus-sol.

Para além disso, aos poucos fomo-nos habituando ao clima holandês e somos actualmente bem capazes de apreciar os vinte e poucos graus semi-nublados que nos oferece o Verão local.

Isto tudo para explicar que sol e calor já não rimam exclusivamente com Portugal no nosso universo familiar. Mas a associacão continua muito forte e o Verão do nosso país ainda chama por nós e nos transporta para o mundo mágico das recordacões de infância.

Ao lembrar a minha praia consigo sentir-lhe o cheiro, sussurrar a sua melodia complexa de vozes e ondas, reviver inúmeros episódios de alegria incontida. Reanimo um sentimento profundo de pertenca e elevo-me à condicão de menino embalado pela confianca convicta em tudo o que me rodeia.

Alargo em seguida os horizontes e transporto-me para o resto do mundo onde vivi toda uma vida. Sou novamente dominado por uma tranquilidade sem reservas e pela certeza de haver um lar para a minha alma. E rendo-me voluntário ao desejo de ter raízes nos pés e a pele escurecida pelo meu sol.

Aí lembro férias recentes e condeno-me pelas hesitacões e angústias sem causa. Mas o sonho logo domina e prometo-me que desta vez vou gozar cada minuto.

Nuno

23.3.11

Geometria

Geometria é magia
Da matemática.
Encontra-se ângulos
Nos triângulos.

Mas também é magia
É brincar a encontrar
As coisas do trabalho
Que estás a fazer.

A fazer e a aprender
A geometria.

Diogo

19.3.11

Equilíbrio?

Obra do Di. Precário. Em camadas sobrepostas. Fruto de diversas tentativas, paciência e determinação.

Muito parecido com a nossa vida nos dias que correm.

Patrícia

Bonecas a banho

O momento pré-banho é sempre algo desgastante porque temos de convencer os meninos – raramente vão a primeira chamada. Uma vez iniciado o banho, tudo decorre tranquilamente, convencê-los (a ela sobretudo do duche) é que é sempre chato.

Hoje aconteceu exactamente o mesmo. Até chegarmos ao acordo de que era duche e que a Sininho também ía, de touca, para não estragar o cabelo e com direito a gel de banho de côco.

Enfim...

Patrícia

9.3.11

Vacinas à Holandesa

Há cerca de um mês recebemos uma carta em casa que pedia o comparecimento do Di, no dia 9 de Março, entre as 3.30 e as 4 da tarde. Devia comparecer para que fosse vacinado contra DTB (difteria, tétano e poliemite) e BMR (rubéola), vacinas que fazem parte do programa nacional de vacinas Holandês.

Assim foi. Lá fomos hoje.

Transformaram um pavilhão desportivo no local apropriado para a operação de vacinação em massa. Presumo que convocaram todos os miúdos que tenham (ou façam) 9 anos em 2011. Á chegada encontrámos uma fila, estivémos talvez 15 minutos no total á espera porque a fila estava sempre a avançar. Até chegarmos ao salão de andebol/basquete transformada na sala de vacinas. Três filas montadas com cerca de 7/8 mesas de vacinação para cada fila. Pessoas a organizar. Os meninos chegavam, sentavam-se numa cadeira e uma enfermeira de cada lado a dar cada uma a sua vacina, em simultâneo, em cada um dos braços.
Penso, recomendação de que num dos braços iria doer hoje e/ou amanhã, no outro iria sentir os efeitos entre cinco e doze dias.

Está feito.

Pontos fortes a organização em escala e massa. Impressionante. Pontos fraco, para não calvinistas como eu, a falta de atenção individualizada sibretudo no pós-vacina. Sem dúvida uma experiência a relatar.

Patrícia

8.3.11

Conversa de jantar

Esta noite, na conversas ao jantar desta noite de Carnaval, surgiram as seguintes questões da Kiki:

- como nasceu o primeiro homem?

Dificil de explicar. Vai-se buscar a ideia de organismos unicelulares mas ainda assim fica a pergunta de como esses apareceram? Que há muitas teorias (ou ideias) – para o Di devem ter vindo num meteorito. E explicar a evolução, pequenas mudanças de geração após geração, adaptações ao meio ambiente, necessidades.

- como nasceu o planeta terra?

Nas explicações dadas, sobretudo pelo Grandalhão, sobre a teroria do big bang, energia, matéria e anti-matéria e buraco negro o Di concluía que quando a matéria (representada por um copo de água) tocava a anti-matéria (outro copo de água) resultava o nada.

Não há dúvida sobre a voracidade da curiosidade que têm.

Patrícia

21.2.11

Poema do Di

Hoje, quando cheguei a casa, o Di leu-me o poema que escreveu

Flores

As flores,
De tantas cores,
Que até fazem dores.

É incrivel não é?
Mas é assim,
Olha para mim e acredita.

Di


Brutal!

Patricia

19.2.11

Carnaval da escola

Já tinha dito que a Kiki estava a trabalhar sobre o circo na escola, e por isso as professoras decidiram que este ano as máscaras não eram livres mas que os meninos daquela classe se deviam mascarar todos de palhacinhos.

Eu estava de regresso de viagem pelo que o disfarce foi trabalho conjunto do Grandalhão e da (titi) Coisa.

O Di foi, como noutro ano, de cavaleiro. A avó Nelucha mandou pelo correio um novo disfarce mas a encomenda foi entregue na casa de outros vizinhos que não abriram a porta a tempo do Di levar o novo disfarce. Agora já chegou – será usado noutro Carnaval!

A professora do Di tinha pedido aos pais para contribuirem com o lanche desse dia: crepes, doce de morango, nutela. O Grandalhão e a Coisa levantaram-se mais cedo nesse dia para fazerem os ditos crepes – eles poderão contar melhor como correu essa manhã. A mim, parece-me ter corrido bem, porque contou o Di que comeu 6 crepes...

Quando cheguei a casa a cozinha estava uma desgraça como nunca tinha visto... Sinal do esforço, pressa e cuidado que os manos tiveram para que os quiduchos passassem bem este dia de festa. Muito bem!

Patrícia


7.2.11

Meu dia

Um bocadinho para mim foi a prenda que me dei.

Bocadinho para parar e lembrar o gostoso que é ter um bocadinho de tempo para falar com a família e amigos, sem a correria e stress loucos do dia a dia.

Bocadinho para ir levar e, sobretudo, buscar os meninos.

Bocadinho para esperar exactamente pela meia noite para receber beijos de parabéns do príncipe encantado.

Bocadinho para apreciar desenhos dos filhotes logo pela manhã.

Bocadinho para receber e responder ás mensagens e telefonemas dos amigos.

Tantos mimos – que dia gostoso!

Patrícia

2.2.11

Clown face painting

Inserido no tema que correntemente estudam na escola, pintaram os pequenotes de palhacitos. A Miminha adora qualquer acto que se assemelhe a make-up de modo que estava contente.

Patrícia

1.2.11

Diploma C

"O Diogo já sabe nadar, yooo"

Diploma C debaixo do braço, assim chegou hoje a casa o Campeão, apenas dois meses depois de ter trazido o diploma B para casa. Ou seja, completou os exames de natação ao abrigo do sistema nacional Holandês.

E a mamã muito orgulhosa do seu filhote consistentemente sólido em diversas vertentes.

É o Maior!

Patrícia

26.1.11

As cadeiras

Temos as mesmas desde a nossa primeira casa. Compradas em conjunto com outra mobília, a eito, á prova de crianças e sem grande investimento porque tudo iria ficar inevitavelmente com umas medalhas de leite azedo, baba e outras que tal.

Isto foi há quase 10 anos. As cadeiras lá se aguentaram, não sem um “jeito” do sogro que me lembro de uma ou outra colada e com cordas á volta até secar bem.

Há já uns anos começámos a falar em novas cadeiras. Com os meninos a crescer e as cadeiras cada vez com medalhas mais indifarçáveis, tinhamos vontade de trocar. Namorámos umas quantas mas nunca nos conseguíamos decidir por falta de unanimidade na escolha.

Ainda bem antes do Natal, andava Grandalhão nas suas pesquisas cibernáuticas, e encontrou montes de cadeiras. Mais uma vez impasse pelo que lhe disse para escolher que assumiria a sua escolha.

E assim escolheu e encomendou.

Recebemos um e-mail a dizer que tinham começado a fazer as cadeiras!?!?!

E enfim, hoje entregaram-nas. Numa modalidade de entrega muito holandesa. É reconhecido mundialmente o jeito que têm para servir(-se) e agradar o cliente...

Quer dizer, deixaram-nas em três mega caixas lá em baixo após uma discussão imprópria para cardíacos e comigo a berrar com a besta absolutamente estúpida em forma de homem de entregas da DHL... Deixaram as caixas assim:

Enfim, porque as caixas ficaram á porta e não as conseguia trazer para cima mesmo com a ajuda do Campeão, lá pusemos todos as mãos a obra e após uma hora a desempacotar, tirar as cadeiras, separar a esferovite do plástico e cartão e colocá-lo no respectivo recepiente do lixo, cá estamos nós e as cadeiras novas, 32 degraus acima de onde as quizeram deixar.

Não fossem giríssimas e estavas em apuros logo quando chegasses a casa!

Patrícia

22.1.11

Bicicletas

O tempo passa e, apesar de os ter proibido de crescer, os meninos ignoram-me e crescem muito depressa.

As bicicletas que tinham estavam a ficar pequenas demais. Os joelhos do Di batiam no guiador. Fomos a uma loja de bicicletas e levámos as bicicletas em que os pequenotes pedalaram nos últimos anos.


E trouxémos outras.


Na medida certa. Por enquanto.

Patrícia

12.1.11

esponja

O campeão tinha um poema para aprender para hoje. E a Patrícia tinha-lhe dito que estava proibido de brincar enquanto não tivesse os trabalhos de casa feitos e o banho tomado.

Quando chegámos a casa já tinha cumprido os deveres, entre os quais a aprendizagem de apenas metade do poema, conforme instruções da professora. Exigimos-lhe então que fosse aprender o resto pois não se aprende poemas às metades.

Foi para o quarto e de 30 em 30 segundos gritava 'já só me falta X linhas!'. À hora normal de deitar já tinha dito o poema inteiro mas com algumas hesitações. Ficou então de acordar mais cedo para rever e voltar a dizê-lo de manhã.

Ao contrário do que é hábito, esta manhã não acordou mais cedo. Quando se levantou para tomar o pequeno-almoço, lembrei-lhe que tinha faltado ao acordo e que ainda teria que dizer o poema.

Pois em 20 minutos o piolho, acabado de acordar, tomou o pequeno-almoço, escolheu a roupa e vestiu-se, lavou os dentes, reviu o poema e disse-o de uma ponta à outra sem parar para respirar.

No final dizia que tinha aprendido o poema todo de manhã e preparava-se para se gabar aos colegas da façanha. Mas o pai, depois de lhe dar os parabéns, aproveitou para lhe lembrar que tinha sido o esforço da véspera que tinha produzido resultados.

Nuno

mais uma da Catarina

7.30 da manhã de um qualquer dia de escola, o tempo já escasseava e a kiki não acordava. Coube-me nesse dia a tarefa de despertá-la.

Baixinho sussurrei-lhe - Kiki, tens que te levantar depressa senão chegamos atrasados...

Respondeu-me pausadamente, sem um segundo de hesitação e como se me fizesse uma concessão - Tudo bem, vão vocês e eu fico - e virou a cabeça para o outro lado.

Nuno

o mundo feito de chocolate

A nossa kiki afirma para quem quiser ouvir que fez o mundo inteiro em chocolate.

E não o diz de vez em quando ou de forma generalizada: há meses que, de forma desconcertantemente coerente, concretiza e detalha os objectos, pessoas e paisagens que desenhou e construíu em chocolate.

Quando algum de nós, totalmente alheado desta história, se refere a algo que alguém fez, ela interrompe o discurso para corrigir e precisar com absoluta autoridade que na verdade a autoria foi sua.

Não faço ideia onde foi buscar tal invenção. Mas tenho testemunhado com absoluta surpresa a imperturbável consistência que emprega na manutenção da mesma.

Nuno

está na altura de descobrir

Com a Catarina à beira dos 5 anos, é tempo de clarificar de uma vez por todas se ela é sobredotada.

Retomei a pesquisa e encontrei aqui o artigo que se segue:

Bright or Gifted? How to Tell If Your Child is Bright or Gifted

Many parents would like to believe they are raising a budding Einstein but wonder if their child is bright rather than gifted. Such analysis makes sense as only about 2% of the population is gifted. Identifying the gifted child is important as they will need challenges beyond the regular classroom to develop to their full potential. Gifted children benefit from being with their peers and from participating in a differentiated curriculum.

What you should know:

When you compare traits of a bright child and a gifted child you will see the gifted child is overall a more intense, active and creative individual. For example, a bright child will have good ideas and find classroom work easy to complete. However, the gifted child will actually come up with their own projects, beyond the classroom and will have original and abstract ideas. Gifted children are highly curious. Rather than just knowing the answer, the gifted child will be the one to bombard the teacher and parent with questions. However, the more introverted gifted child will seek their answers in books or the internet.

Often the gifted child is their own worst enemy because they are more self-critical than a bright child. Due to a gifted child’s passions and intensity, they can sometimes be seen as trouble-makers. Because of these traits gifted children are not always the best students in the class and may even develop a dislike of school.

What you can do:

Unless a child is quite brilliant, it can be difficult to identify them as gifted prior to the age of eight or nine. Brain development may occur…


Nuno

10.1.11

Responsabilidade, Trabalho, Empenho.

Bem sei que Barack Obama é polémico. Eu acho-o (e aos seus discursos) inspirador. E por isso o Di ouviu o discurso abaixo, que Obama fez aos estudantes americanos no início do ano lectivo 2009/2010, antes de dormir esta noite.

E vai ouvir mais vezes porque é acertado.

Patrícia

"Hello everyone - how's everybody doing today? I'm here with students at Wakefield High School in Arlington, Virginia. And we've got students tuning in from all across America, kindergarten through twelfth grade. I'm glad you all could join us today.
I know that for many of you, today is the first day of school. And for those of you in kindergarten, or starting middle or high school, it's your first day in a new school, so it's understandable if you're a little nervous. I imagine there are some seniors out there who are feeling pretty good right now, with just one more year to go. And no matter what grade you're in, some of you are probably wishing it were still summer, and you could've stayed in bed just a little longer this morning.

I know that feeling. When I was young, my family lived in Indonesia for a few years, and my mother didn't have the money to send me where all the American kids went to school. So she decided to teach me extra lessons herself, Monday through Friday - at 4:30 in the morning.

Now I wasn't too happy about getting up that early. A lot of times, I'd fall asleep right there at the kitchen table. But whenever I'd complain, my mother would just give me one of those looks and say, "This is no picnic for me either, buster."
So I know some of you are still adjusting to being back at school. But I'm here today because I have something important to discuss with you. I'm here because I want to talk with you about your education and what's expected of all of you in this new school year.

Now I've given a lot of speeches about education. And I've talked a lot about responsibility.

I've talked about your teachers' responsibility for inspiring you, and pushing you to learn.

I've talked about your parents' responsibility for making sure you stay on track, and get your homework done, and don't spend every waking hour in front of the TV or with that Xbox.

I've talked a lot about your government's responsibility for setting high standards, supporting teachers and principals, and turning around schools that aren't working where students aren't getting the opportunities they deserve.

But at the end of the day, we can have the most dedicated teachers, the most supportive parents, and the best schools in the world - and none of it will matter unless all of you fulfill your responsibilities. Unless you show up to those schools; pay attention to those teachers; listen to your parents, grandparents and other adults; and put in the hard work it takes to succeed.

And that's what I want to focus on today: the responsibility each of you has for your education. I want to start with the responsibility you have to yourself.

Every single one of you has something you're good at. Every single one of you has something to offer. And you have a responsibility to yourself to discover what that is. That's the opportunity an education can provide.

Maybe you could be a good writer - maybe even good enough to write a book or articles in a newspaper - but you might not know it until you write a paper for your English class. Maybe you could be an innovator or an inventor - maybe even good enough to come up with the next iPhone or a new medicine or vaccine - but you might not know it until you do a project for your science class. Maybe you could be a mayor or a Senator or a Supreme Court Justice, but you might not know that until you join student government or the debate team.

And no matter what you want to do with your life - I guarantee that you'll need an education to do it. You want to be a doctor, or a teacher, or a police officer? You want to be a nurse or an architect, a lawyer or a member of our military? You're going to need a good education for every single one of those careers. You can't drop out of school and just drop into a good job. You've got to work for it and train for it and learn for it.

And this isn't just important for your own life and your own future. What you make of your education will decide nothing less than the future of this country. What you're learning in school today will determine whether we as a nation can meet our greatest challenges in the future.

You'll need the knowledge and problem-solving skills you learn in science and math to cure diseases like cancer and AIDS, and to develop new energy technologies and protect our environment. You'll need the insights and critical thinking skills you gain in history and social studies to fight poverty and homelessness, crime and discrimination, and make our nation more fair and more free. You'll need the creativity and ingenuity you develop in all your classes to build new companies that will create new jobs and boost our economy.

We need every single one of you to develop your talents, skills and intellect so you can help solve our most difficult problems. If you don't do that - if you quit on school - you're not just quitting on yourself, you're quitting on your country.

Now I know it's not always easy to do well in school. I know a lot of you have challenges in your lives right now that can make it hard to focus on your schoolwork.
I get it. I know what that's like. My father left my family when I was two years old, and I was raised by a single mother who struggled at times to pay the bills and wasn't always able to give us things the other kids had. There were times when I missed having a father in my life. There were times when I was lonely and felt like I didn't fit in.

So I wasn't always as focused as I should have been. I did some things I'm not proud of, and got in more trouble than I should have. And my life could have easily taken a turn for the worse.

But I was fortunate. I got a lot of second chances and had the opportunity to go to college, and law school, and follow my dreams. My wife, our First Lady Michelle Obama, has a similar story. Neither of her parents had gone to college, and they didn't have much. But they worked hard, and she worked hard, so that she could go to the best schools in this country.

Some of you might not have those advantages. Maybe you don't have adults in your life who give you the support that you need. Maybe someone in your family has lost their job, and there's not enough money to go around. Maybe you live in a neighborhood where you don't feel safe, or have friends who are pressuring you to do things you know aren't right.

But at the end of the day, the circumstances of your life - what you look like, where you come from, how much money you have, what you've got going on at home - that's no excuse for neglecting your homework or having a bad attitude. That's no excuse for talking back to your teacher, or cutting class, or dropping out of school. That's no excuse for not trying.

Where you are right now doesn't have to determine where you'll end up. No one's written your destiny for you. Here in America, you write your own destiny. You make your own future.

That's what young people like you are doing every day, all across America.
Young people like Jazmin Perez, from Roma, Texas. Jazmin didn't speak English when she first started school. Hardly anyone in her hometown went to college, and neither of her parents had gone either. But she worked hard, earned good grades, got a scholarship to Brown University, and is now in graduate school, studying public health, on her way to being Dr. Jazmin Perez.

I'm thinking about Andoni Schultz, from Los Altos, California, who's fought brain cancer since he was three. He's endured all sorts of treatments and surgeries, one of which affected his memory, so it took him much longer - hundreds of extra hours - to do his schoolwork. But he never fell behind, and he's headed to college this fall.

And then there's Shantell Steve, from my hometown of Chicago, Illinois. Even when bouncing from foster home to foster home in the toughest neighborhoods, she managed to get a job at a local health center; start a program to keep young people out of gangs; and she's on track to graduate high school with honors and go on to college.
Jazmin, Andoni and Shantell aren't any different from any of you. They faced challenges in their lives just like you do. But they refused to give up. They chose to take responsibility for their education and set goals for themselves. And I expect all of you to do the same.

That's why today, I'm calling on each of you to set your own goals for your education - and to do everything you can to meet them. Your goal can be something as simple as doing all your homework, paying attention in class, or spending time each day reading a book. Maybe you'll decide to get involved in an extracurricular activity, or volunteer in your community. Maybe you'll decide to stand up for kids who are being teased or bullied because of who they are or how they look, because you believe, like I do, that all kids deserve a safe environment to study and learn. Maybe you'll decide to take better care of yourself so you can be more ready to learn. And along those lines, I hope you'll all wash your hands a lot, and stay home from school when you don't feel well, so we can keep people from getting the flu this fall and winter.

Whatever you resolve to do, I want you to commit to it. I want you to really work at it.

I know that sometimes, you get the sense from TV that you can be rich and successful without any hard work - that your ticket to success is through rapping or basketball or being a reality TV star, when chances are, you're not going to be any of those things.

But the truth is, being successful is hard. You won't love every subject you study. You won't click with every teacher. Not every homework assignment will seem completely relevant to your life right this minute. And you won't necessarily succeed at everything the first time you try.

That's OK. Some of the most successful people in the world are the ones who've had the most failures. JK Rowling's first Harry Potter book was rejected twelve times before it was finally published. Michael Jordan was cut from his high school basketball team, and he lost hundreds of games and missed thousands of shots during his career. But he once said, "I have failed over and over and over again in my life. And that is why I succeed."

These people succeeded because they understand that you can't let your failures define you - you have to let them teach you. You have to let them show you what to do differently next time. If you get in trouble, that doesn't mean you're a troublemaker, it means you need to try harder to behave. If you get a bad grade, that doesn't mean you're stupid, it just means you need to spend more time studying.

No one's born being good at things, you become good at things through hard work. You're not a varsity athlete the first time you play a new sport. You don't hit every note the first time you sing a song. You've got to practice. It's the same with your schoolwork. You might have to do a math problem a few times before you get it right, or read something a few times before you understand it, or do a few drafts of a paper before it's good enough to hand in.

Don't be afraid to ask questions. Don't be afraid to ask for help when you need it. I do that every day. Asking for help isn't a sign of weakness, it's a sign of strength. It shows you have the courage to admit when you don't know something, and to learn something new. So find an adult you trust - a parent, grandparent or teacher; a coach or counselor - and ask them to help you stay on track to meet your goals.

And even when you're struggling, even when you're discouraged, and you feel like other people have given up on you - don't ever give up on yourself. Because when you give up on yourself, you give up on your country.

The story of America isn't about people who quit when things got tough. It's about people who kept going, who tried harder, who loved their country too much to do anything less than their best.

It's the story of students who sat where you sit 250 years ago, and went on to wage a revolution and found this nation. Students who sat where you sit 75 years ago who overcame a Depression and won a world war; who fought for civil rights and put a man on the moon. Students who sat where you sit 20 years ago who founded Google, Twitter and Facebook and changed the way we communicate with each other.

So today, I want to ask you, what's your contribution going to be? What problems are you going to solve? What discoveries will you make? What will a president who comes here in twenty or fifty or one hundred years say about what all of you did for this country?

Your families, your teachers, and I are doing everything we can to make sure you have the education you need to answer these questions. I'm working hard to fix up your classrooms and get you the books, equipment and computers you need to learn.

But you've got to do your part too. So I expect you to get serious this year. I expect you to put your best effort into everything you do. I expect great things from each of you. So don't let us down - don't let your family or your country or yourself down. Make us all proud. I know you can do it.

Thank you, God bless you, and God bless America."

8.1.11

O jardim que é a Madeira

A seguir ao Natal rumámos para a Madeira para cumprir o plano de fim de ano de 2009. E que bem que soube!

Estive na Madeira na passagem de ano de 1991 ou 1992. Com a minha prima e tia. Já nessa altura tinha adorado.

Na Madeira os olhos enchem-se de encantos. Tudo é verde e florido. A paisagem é tão diferente deste monótono plano da Holanda. Há árvores seculares trazidas de toda a parte, árvores de frutos, árvores de flores. É óbvia a razão porque se diz que os portugueses ficaram com as pérolas do Atlâantico. Ficámos mesmo.

Talvez por viverem rodeadas de tanta beleza as pessoas sejam tão afáveis. Têm vagar e disponibilidade. Sem pressa, que era precisamente o que estávamos desesperadamente a necessitar, percorremos a Madeira. No táxi do Sr. Leandro. Em amena cavaqueira. Na companhia da doce avó Alice que nos respeitou as vontades e modos e nada impôs.

Os meninos brincaram nos jardins decorados para o Natal e pelas árvores



Visitámos a marina do Funchal onde enormes cruzeiros atracam diariamente e enchem a cidade de turistas


Vimos inúmeros e lindíssimos presépios


E as Camacheiras as fazerem cestos e artesanato


As lindas e típicas esterlícias



Brincámos nas praias


Vimos fajãs e arco-íris



E as piscinas naturais de São Vicente

Descansámos nas falésias e miradouros


Visitámos o Cristo Rei


E a vista paradisíaca á medida do Cristo


E na praia molhámos os pés, sentimos o sol e cheirámos a brisa tão intensa do meu Atlântico


Visitámos Santana e as típicas casas que o Di quis desenhar




Outro miradouro


O jardim no Funchal perto da casa da avó


E claro, o magnífico e premiado "fogo" (ao qual a Kiki nao assistiu porque adormeceu nos meus braços 20 minutos antes de começar e manteve-se impávida e serena apesar dos estrondos. Para ela fica para outra vez.


Que dias gostosos. Que ilha maravilhosa.

Patrícia