15.5.11

Corrida contra a fome – 2011

Os meninos começaram a preparação para a 14ª edição da corrida contra a fome. Trata-se de um projecto pedagógico e transversal (sensibilizando-os para o problema da fome no mundo), de cidadania e solidariedade (mobilizando-os e chamando-os a se empenharem na sua resolução), desportivo e festivo. Este ano os fundos serão entregues ao Zimbabwe. Mais detalhes em (www.coursecontrelafaim.org).

Cada menino terá de encontrar patrocinadores (família e amigos) que se comprometem a pagar determinado montante por cada volta terminada. Cada volta tem 250 metros. No fim da corrida os professores calculam o montante total multiplicando o montante prometido por cada pessoa pelo número de voltas. O dinheiro é depois entregue à escola que o entrega ao organismo Luta Contra a Fome.

O esperado é que a classe da Kiki faça 5/6 voltas (se bem que o ano passado ela fez mais do dobro), e que os meninos da idade do Di façam entre 10 e 30.
Os meninos vão participar como tem sido tradição e estão muito entusiasmados à procura de padrinhos/madrinhas, pelo que se quizerem contribuir, avisem.

A corrida é dia 31 de Maio.

Patrícia

7.5.11

Das férias na Turquia

Continuámos o nosso roteiro de férias no Mediterrâneo. Provavelmente porque as nossas origens nos fazem clamar por essa palpitante zona que agora ainda mais apreciamos porque vivemos entre um dos frios povos nórdicos, apesar de, justiça seja feita, os holandeses sejam dos menos frios dos nórdicos. Nós somos, claramente, mediterrânicos. – mas isto foi um parêntesis. Desta vez rumámos à Ásia, ou a um dos seus halls de entrada, a Turquia (ou melhor, a costa Turca dominada pelo Mediterrâneo).

Fomos para Palmiye, um resort entre o monte Taurus e o Mediterrâneo. Perto de Antalya. Uma semana de verdadeiras férias, sem preocupações, com bom tempo, tudo tratado, actividades e entretenimento para diferentes gostos.

O Di desapareceu logo no Mini Club. Ao fim da primeira manhã já tinha 7 amigos. E foi oficialmente nomeado pelos G.O. (organizadores) o tradutor do grupo (entre francês e holandês o Campeão assegurou a ponte). As actividades que fez foram futebol, ping pong, tiro ao arco (no torneio ficou em terceiro lugar – em dezassete) e por isso ganhou uma medalha), piscina, ténis, teatro. Muito e variado, bem ao seu gosto. Para mais, ao fim de uns dias, concedemos-lhe autonomia e ía e vinha do club a gosto – um passo mais para a desejada emancipação!

Em torno da mesa de ping pong

As bombas e brincadeiras na piscina


Com os meninos do seu grupo, O Di fez um teatro (musical) e dançou ao som da música os piratas das Caraíbas.

Os artistas do espectáculo da última noite. Impressionante como em 3 dias montaram o show e com a entusiasmante participação de todos.

A Kiki, tal como no ano passado, não se deixou convencer pelo Mini Club, e ficou sempre à nossa volta. O seu sonho: família, piscina e doces.

A piscina a toda a hora – lábios já roxos e a jurar a pés juntos não ter nem uma pontinha de frio - sempre pronta para um mergulho

Perdia a cabeça com os gelados e os crepes...

Mas sempre atenta todos os pormenores

A aula de fitness que insistiu em que fizesse com ela e me fez descobrir, no dia seguinte, sinal de músculos que desconhecia ter... Ui!


Fora do club fomos a uma excursão que nos fez lembrar o começo do poema de Homero. ̋A história que ides ler passou-se há alguns milhares de ano. Mas, século a século, os homens têm-na ouvido e repetido sem nunca se enfadarem. Veio até nós da Grécia antiga, berço da nossa civilização. E se os heróis e a sua gente de quem nela se fala morreram nem se sabe quando, ou, mesmo, jamais existiram, - os lugares, as praias, as montanhas, os portos, as ilhas e o mar de que se fala aqui, hoje os podemos ainda visitar e percorrer, embora quase sempre outros nomes os indiquem à nossa atenção. E a todos ficaram para sempre ligadas a lembrança e a saudade dos acontecimentos prodigiosos contados na Odisseia.̋

Fomos de barco visitar Simena. Subimos ao castelo e vimos um dos mais minúsculos anfiteatros romanos do mundo.


No barco parámos um pouco e os corajosos (nesse dia estava friozito) banharam-se no Mediterrâneo. O Di, claro que mergulhou sem hesitações.


Depois de almoço visitámos as ruínas da igreja de São Nicolau (a não esquecer quando o festejarmos em Dezembro).

E depois fomos a Myra onde vimos os túmulos romanos feitos nas rochas


Ao lado, um gigantesco anfiteatro romano que reflecte o tamanho, riqueza e importância daquela localidade a dada altura. Impressionante.



Com Sol e bem tratados, o regresso foi difícil para todos. A Kiki perguntava porque não podíamos ficar a viver na Turquia? Boa pergunta, ainda agora suspiro e quero mais dessa vida na Turquia. Pode ser?

Patrícia

21.4.11

Desenho do Di


Super colorido e que vai ficar muito bem (como os da mana) nos proximos meses nas paredes da nossa casa.

Patricia

Desenhos da Kiki

Feitos neste periodo escolar.











Patricia

17.4.11

E em menos tempo do que a visita ao parque demorou

o meu mano suplantava Filípides (que tombou ao chegar a Atenas) e corria, em Madrid, 42.195m. Fez 4h e 7m - eu demoro a eternidade!

Mais uma victória, para juntar às suas muitas. É agora maratonista.

Estou muito orgulhosa!

Patrícia

Archeon

Visitámos Archeon (www.archeon.nl) um parque temático, sobre a história nas épocas da pré-história, romanos e medieval. Nele, encontrámos casas e objectos das diversas épocas, personagens vestidas a rigor que explicavam o que se passava e mais, que nos fizeram viver, por experiência, a fazer coisas à moda da época. Esta é a genialidade do parque.

Pré-história – Até 12 AC

Este é o período da história para o qual não há registo escrito conhecido.
A Kiki adorou ser tatuada

E o Di deliciou-se a levar o Grandalhão para uma volta de canoa, da qual regressou todo molhado...
Os meninos brincaram numa cabana à volta da lareira e experimentaram esmagar pedras e folhas. Viram a como se vivia na idade da pedra, bronze e ferro.

Depois, em esforço colectivo, passaram de jangada para o tempo dos romanos

Romanos – Entre 12 AC e 406 DC

Começámos por dar de comer a um cavalo.
Os meninos deliciaram-se a experimentar as vestimentas dos soldados romanos

Vimos os famosos banhos romanos bem como as casas


Experimentaram fazer mosaicos, viram como funcionava o instrumento para fazer olaria, como as casas portuguesas ainda tem semelhanças com as romanas mas acima de tudo, como a dieta portuguesa se baseia nos mesmos ingredientes da romana.
Depois fomos a uma anfiteatro onde assistimos a uma divertida luta de gladiadores. No fim da luta a maioria do público (não nós) pediu a morte do gladiador derrotado. Os gladiadores eram divertidos mas o meninos na arena foram muito mais


Idade Média – Entre 406 DC e 1500

Na idade medieval experimentaram o arco e a flecha


Os torneios


Viram que as pessoas se dedicavam a uma profissão, que teciam, faziam sapatos de couro, o ferreiro, o padeiro e que as suas lojas eram tambem as suas casas.

E, claro, lutavam também.
Ouvimos o canto gregoriano dos padres no mosteiro.

Um dia muito bem passado que acabou com a necessidade de voltar cansados mas satisfeitos às nossas camas do século XXI.

Patrícia